Profissionais Liberais
Quem vive da própria formação — médicos, advogados, dentistas, arquitetos, engenheiros, psicólogos, consultores e tantos outros — costuma descobrir tarde demais o quanto o imposto consome dos honorários. A Altus organiza a contabilidade do profissional liberal de ponta a ponta: ajudamos a decidir entre atuar como pessoa física ou abrir um CNPJ, definimos o regime tributário mais econômico para a sua atividade e tiramos da sua frente o carnê-leão, as guias e as obrigações, para você focar no que realmente domina: o seu trabalho.
Desafios do setor
- Pagar IRPF de até 27,5% sobre os honorários recebidos como pessoa física, sem perceber que abrir um CNPJ poderia reduzir bastante essa carga
- Conviver com a rotina do carnê-leão e do recolhimento mensal de INSS como autônomo, sempre com receio de errar a base de cálculo ou o prazo
- Não saber se compensa mais seguir como autônomo ou abrir empresa, nem qual regime (Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real) é o melhor para a profissão
- Misturar dinheiro pessoal e profissional na mesma conta, perdendo o controle do que realmente sobra no fim do mês
- Cair na malha fina por divergência entre os rendimentos informados pelas fontes pagadoras e a declaração de Imposto de Renda
- Ficar inseguro sobre fator R, anexo do Simples, pró-labore e enquadramento da atividade intelectual, fatores que mudam bastante o imposto a pagar
Como a Altus atende
Começamos entendendo como você atua e fatura para responder à pergunta que mais pesa no bolso: faz mais sentido seguir como autônomo ou abrir um CNPJ? A partir daí, simulamos os cenários — incluindo o efeito do fator R no Simples Nacional, que pode levar atividades intelectuais a um anexo de alíquota inicial menor — e estruturamos o enquadramento mais vantajoso dentro da lei. Cuidamos da rotina inteira: carnê-leão enquanto for autônomo, apuração de tributos e pró-labore quando virar PJ, conciliação dos seus recebimentos com os informes das fontes pagadoras e a sua declaração anual de Imposto de Renda. Acompanhamos ainda a transição da Reforma Tributária (EC 132/2023), que ao longo dos próximos anos substitui gradualmente tributos como PIS, Cofins e ISS pela CBS (federal) e pelo IBS (estadual e municipal), com início em 2026 e prazo até cerca de 2033 — orientando você sobre os impactos na prestação de serviços conforme as regras entram em vigor.
O que cuidamos para você
Autônomo ou PJ: a decisão que muda o seu imposto
Simulamos quanto você paga hoje como pessoa física e quanto pagaria com um CNPJ, para escolher, em números, o caminho mais econômico para os seus honorários.
Enquadramento e fator R
Analisamos Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real e avaliamos o fator R, que pode enquadrar a sua atividade intelectual em um anexo do Simples com alíquota inicial menor.
Fim da dor de cabeça com o carnê-leão
Enquanto fizer sentido atuar como autônomo, cuidamos do cálculo mensal do carnê-leão e do recolhimento de INSS, sem você errar base nem prazo.
Pró-labore e retiradas com segurança
Definimos um pró-labore coerente e organizamos a distribuição de lucros, separando o que é da empresa do que é seu, com a previdência em dia.
IR sem susto e longe da malha fina
Conciliamos seus recebimentos com os informes das clínicas, escritórios e empresas que pagam você e entregamos a declaração revisada, com as deduções legais aplicáveis.
Transição da Reforma Tributária
Acompanhamos a entrada gradual do IBS e da CBS e explicamos, sem juridiquês, como as mudanças afetam a tributação da sua prestação de serviços durante a transição.
Perguntas frequentes
Vale a pena abrir CNPJ ou continuo como autônomo?
Depende do seu faturamento, da sua atividade e das despesas que você tem. Como autônomo, você pode pagar IRPF de até 27,5% mais o INSS sobre os honorários; como PJ, a carga costuma ser menor. Simulamos os dois cenários e mostramos, em números, qual compensa para o seu caso.
O que é o fator R e por que ele importa para mim?
O fator R compara a folha (incluindo o seu pró-labore) com o faturamento. Para várias atividades intelectuais, atingir o percentual de referência leva a tributação para um anexo do Simples com alíquota inicial menor. Por isso definir o pró-labore corretamente pode reduzir bastante o seu imposto — e nós cuidamos desse cálculo. Confirme sempre as faixas e percentuais vigentes.
Como funciona a tributação dos meus recebimentos hoje?
Como pessoa física, você recolhe o carnê-leão quando recebe de outras pessoas físicas e tem retenção na fonte quando recebe de empresas, além do INSS. Tudo precisa bater com a sua declaração anual. Organizamos esses recolhimentos e fazemos a conciliação com os informes das fontes pagadoras para evitar a malha fina.
A Reforma Tributária vai mudar o quanto pago como profissional liberal?
A Reforma (EC 132/2023) substitui gradualmente tributos como PIS, Cofins e ISS pela CBS (federal) e pelo IBS (estadual e municipal), em uma transição que começa em 2026 e se estende até cerca de 2033. Os serviços profissionais são afetados, mas as regras entram aos poucos. Acompanhamos cada etapa e orientamos você conforme os valores e as alíquotas vigentes forem confirmados.
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