Transportadoras e Logística
No transporte e na logística, a margem mora nos detalhes: combustível, pedágio, manutenção de frota e um emaranhado de documentos fiscais que mudam de regra a cada estado. A Altus cuida da contabilidade da sua transportadora ou operadora logística com domínio do setor — do CTe à apuração do ICMS interestadual — para você focar em rodar com a operação no azul e sem sustos com o Fisco.
Desafios do setor
- Apuração de ICMS interestadual e do diferencial de alíquota (DIFAL) que varia conforme a UF de origem e destino, com risco de recolher imposto a mais, perder crédito ou cair em fiscalização de barreira
- Volume alto de documentos fiscais específicos do setor — CTe, MDFe, CCe e averbação — que precisam estar corretos para a carga não ser barrada na estrada
- Custos pesados de combustível, pedágio, pneus e manutenção que, sem boa apropriação contábil, escondem o resultado real de cada rota e de cada veículo
- Contratação e pagamento de motoristas autônomos (TAC) e agregados, com CIOT, recolhimento de INSS e a fronteira sempre tênue entre prestador de serviço e vínculo trabalhista
- Gestão de frota própria: depreciação dos veículos, financiamento, leasing e a decisão entre comprar, alugar ou terceirizar caminhões
- Dúvida sobre o melhor enquadramento — Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real — em um setor de margem apertada e com crédito de insumos relevante
- Insegurança sobre como a Reforma Tributária (IBS e CBS, em transição a partir de 2026) vai afetar a carga tributária e o aproveitamento de créditos da operação de transporte
Como a Altus atende
A Altus assume a contabilidade, o fiscal e a folha da sua transportadora com quem entende a rotina da estrada. Organizamos a escrituração dos seus CTe e MDFe, apuramos o ICMS interestadual e o DIFAL com rigor, estruturamos o pagamento correto de motoristas autônomos e agregados e controlamos os custos por veículo e por rota. Em paralelo, simulamos os regimes tributários para o seu volume e sua margem — considerando o aproveitamento de créditos e a transição da Reforma Tributária, que começa a substituir gradualmente PIS, Cofins, ICMS e ISS por IBS e CBS a partir de 2026 e segue até cerca de 2033 — para que sua operação pague o imposto correto, sempre com base nos valores e regras vigentes.
O que cuidamos para você
CTe, MDFe e fiscal do transporte
Escrituração e conferência dos documentos fiscais do setor (CTe, MDFe, CCe e averbação), com obrigações acessórias entregues no prazo para a carga não parar na estrada.
ICMS interestadual e DIFAL
Apuração do ICMS por UF de origem e destino, tratamento do diferencial de alíquota e dos benefícios fiscais aplicáveis ao transporte, com foco em reduzir risco em barreiras fiscais e preservar créditos.
Motoristas autônomos e agregados
Pagamento de TAC e agregados com emissão de CIOT, recolhimento de INSS e contribuições, evitando questionamentos sobre vínculo empregatício.
Custos de frota e rentabilidade por rota
Apropriação de combustível, pedágio, pneus e manutenção, depreciação dos veículos e relatórios que mostram o resultado real de cada caminhão e de cada operação.
Enquadramento tributário do setor
Estudo comparativo entre Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real para transporte, considerando margem apertada, créditos de insumos e a transição para IBS e CBS, sempre com confirmação dos valores vigentes.
Folha e jornada da operação
Folha de motoristas, ajudantes e equipe administrativa, com atenção às regras de jornada do motorista (Lei do Motorista) e aos encargos próprios do setor.
Perguntas frequentes
Vocês cuidam da escrituração de CTe e MDFe?
Sim. Fazemos a escrituração e a conferência dos seus documentos fiscais de transporte (CTe, MDFe, cartas de correção e averbação) e cuidamos das obrigações acessórias do setor dentro dos prazos, para você operar sem risco de a carga ser barrada por inconsistência fiscal.
Como funciona a parte tributária do ICMS no transporte interestadual?
O transporte interestadual envolve apuração de ICMS conforme as alíquotas de origem e destino, além de regras de diferencial de alíquota e de benefícios fiscais que variam por estado. Apuramos tudo com rigor e orientamos sobre os créditos a que sua empresa tem direito. Como alíquotas e benefícios mudam, sempre confirmamos os valores vigentes para a sua operação.
Qual o melhor regime tributário para uma transportadora?
Depende do faturamento, da margem e da estrutura de custos (combustível, frota, motoristas). Em um setor de margem apertada, a escolha entre Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real faz muita diferença, inclusive pelo aproveitamento de créditos. Simulamos os cenários e indicamos o mais econômico, já considerando a transição da Reforma Tributária (IBS e CBS), que avança gradualmente a partir de 2026.
A Reforma Tributária vai mudar os impostos da minha transportadora?
Sim, ao longo da transição. A Reforma (EC 132/2023) cria o IBS, de estados e municípios, e a CBS, da União, que vão substituir gradualmente PIS, Cofins, ICMS e ISS entre 2026 e cerca de 2033. Para o transporte, isso afeta principalmente o ICMS interestadual e o aproveitamento de créditos. Acompanhamos cada etapa e ajustamos a apuração da sua operação conforme as regras e alíquotas vigentes em cada ano.
Posso contratar motoristas autônomos sem gerar vínculo trabalhista?
Sim, desde que o pagamento seja feito de forma correta, com emissão de CIOT, recolhimento das contribuições devidas e documentação que comprove a natureza autônoma da prestação. Estruturamos esse processo para reduzir o risco de reconhecimento de vínculo e de passivos trabalhistas.
Pronto para elevar a gestão da sua empresa?
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